Por que fazer o teste rápido de anticorpo do novo coronavírus?

O novo coronavírus vem desafiando a ciência desde que iniciou a pandemia, em dezembro de 2019, na China. Desde saber exatamente como a doença afeta o organismo humano – que órgãos ataca, com qual força, quais as consequências etc – passando pelo tratamento, maneiras de contágio até o diagnóstico, há muita confusão entre especialistas. O que dizer então sobre a confusão entre a população?

Estudo da Universidade do Arizona (USA) – matéria da Agência Brasil aqui – mostra que os anticorpos produzidos pelo ser humano podem durar até sete meses após o início da infecção. Isso significa que pessoas infectadas com o vírus – assintomáticas ou não – podem ter sete meses de imunidade contra a doença. Os pouquíssimos casos de dupla infecção relatados no mundo estão em estudo para verificar se são mutações do vírus original ou algo relacionado ao paciente.

Diante desse cenário, o teste rápido de anticorpos do novo coronavírus pode ser um grande aliado na manutenção de um local de trabalho (ou estudo, no caso de escolas e universidades, por exemplo) seguro para todos. A testagem poderia indicar quem já teve o contato com o vírus e está imune e quem não teve contato. Isso permitiria às entidades planejar a organização de trabalhadores e estudantes para evitar que um caso positivo force o fechamento de toda uma unidade de trabalho ou estudo.

O teste rápido é barato, fácil de fazer (não exige equipamentos especiais) e o resultado sai em 15 minutos. Na Itália, os testes rápidos de anticorpos têm sido usados nas escolas para a triagem de estudantes e professores, como maneira de garantir a segurança de todos.

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